24.2.06

Maras & Tanias III

Impedido de aceder ao PC (em duplo sentido, informático e político, mas isso é outra história), pede-me o Óscar, o Machico, que faça chegar aos nossos concentrados e leitores a sua resposta à réplica interposta pelo Quinto, aqui hátrasado:

«Caro Quinto,
no que toca a Taras sempre tive um fraquinho forte pela dona dessa mítica terra americana, por quem, muito francamente, I would give a damn.

Mas, sem querer descarrilar a conversa, eis cinco das manias que me são caras, a saber:

1. Poupar a vida às baratas, embora os bichos me causem asco e, mais importante, embora aprecie o som estaladiço que uma bota bojuda aplicada com propriedade sobre o seu exosqueleto provoca.

2. Surpreender a funcionária que já vai lançada preparar-me o galão, pois é o hábito matinal de que enfermo, e pedir um sumo de ananás.

3. Lançar moeda ao ar para desfazer a dúvida entre feijoada e dobrada.

4. Tentar continuar a ler o vício do momento, à noite, embora os olhos teimem em cerrar-se.

5. Deitar, cedo. No cedo erguer, resisto.

Saravá»

Concede-me o Machico a prerrogativa de escolher a próxima vítima.

Ó Vieira, toma lá.