Maras & Tanias III
Impedido de aceder ao PC (em duplo sentido, informático e político, mas isso é outra história), pede-me o Óscar, o Machico, que faça chegar aos nossos concentrados e leitores a sua resposta à réplica interposta pelo Quinto, aqui hátrasado:
«Caro Quinto,
no que toca a Taras sempre tive um fraquinho forte pela dona dessa mítica terra americana, por quem, muito francamente, I would give a damn.
Mas, sem querer descarrilar a conversa, eis cinco das manias que me são caras, a saber:
1. Poupar a vida às baratas, embora os bichos me causem asco e, mais importante, embora aprecie o som estaladiço que uma bota bojuda aplicada com propriedade sobre o seu exosqueleto provoca.
2. Surpreender a funcionária que já vai lançada preparar-me o galão, pois é o hábito matinal de que enfermo, e pedir um sumo de ananás.
3. Lançar moeda ao ar para desfazer a dúvida entre feijoada e dobrada.
4. Tentar continuar a ler o vício do momento, à noite, embora os olhos teimem em cerrar-se.
5. Deitar, cedo. No cedo erguer, resisto.
Saravá»
Concede-me o Machico a prerrogativa de escolher a próxima vítima.
Ó Vieira, toma lá.

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