25.1.06

No meu tempo é que era! - ou como uma afinação moral interrompe os circuitos da corrupção inevitavelmente

Ontem fartámo-nos de rir com a minha avó. A velha estava para aqui rabugenta, não parava de se queixar, ou porque lhe doía a perna, ou tinha não sei quê nos olhos e a juventude e já não há respeito pelos mais velhos...Fartámo-nos da puta da conversa, fizémos-lhe a folha: tirámos-lhe quatro rodas e agora a minha avó já não é um camião - é uma mota.