30.11.05

Confessionário, ou como as lágrimas ficam sempre bem acostadas no canto do olho, ou como um dia ainda hei-de tornar-me fã do Bonga

Boa comida, amigos que são amigos, beijos e o caraças e depois chego a casa e está cá um disco com umas musiquinhas que mandou a Inês, lá da América, com uma carta que eu já li mas que é só para mim e só respondo a ela, e pronto, estou contente.

E agora ponho a lágrima no canto do olho.
Merda!
Obrigado!